quarta-feira, 11 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
MISTÉRIO DO PLANETA - Os Novos Baianos (letra)
MISTÉRIO DO PLANETA - Os Novos Baianos
"Vou mostrando como sou
E vou sendo como posso,
Jogando meu corpo no mundo,
Andando por todos os cantos
E pela lei natural dos encontros
Eu deixo e recebo um tanto
E passo aos olhos nus
Ou vestidos de lunetas,
Passado, presente,
Participo sendo o mistério do planeta
O tríplice mistério do 'stop'
Que eu passo por e sendo ele
No que fica em cada um,
No que sigo o meu caminho
E no ar que fez e assistiu
Abra um parênteses, não esqueça
Que independente disso
Eu não passo de um malandro,
De um moleque do brasil
Que peço e dou esmolas,
Mas ando e penso sempre com mais de um,
Por isso ninguém vê minha sacola"
"Vou mostrando como sou
E vou sendo como posso,
Jogando meu corpo no mundo,
Andando por todos os cantos
E pela lei natural dos encontros
Eu deixo e recebo um tanto
E passo aos olhos nus
Ou vestidos de lunetas,
Passado, presente,
Participo sendo o mistério do planeta
O tríplice mistério do 'stop'
Que eu passo por e sendo ele
No que fica em cada um,
No que sigo o meu caminho
E no ar que fez e assistiu
Abra um parênteses, não esqueça
Que independente disso
Eu não passo de um malandro,
De um moleque do brasil
Que peço e dou esmolas,
Mas ando e penso sempre com mais de um,
Por isso ninguém vê minha sacola"
quarta-feira, 13 de maio de 2009
A corrida do tempo
O tempo corre como lebre no asfalto quente
como bala em tiroteio
como vozes do pensamento
como o vento éter na pele seca
O tempo corre como luz no vácuo
como flecha atrás da caça
como quantas em intensidade
como farsa
O tempo corre como faca no pão que corta
como ratos em suas tocas
como mão desavisadas
como acidente
O tempo corre como lebre de bala quente
como vozes em tiroteio
como flecha do pensamento
como ratos em acidente
O tempo corre como faca em mão desavisadas
como luz dos quantas
como a intensidade do éter
como a morte do vácuo
Na farsa, no pão, na toca da caça, no corte da pele seca o tempo corre, e corre, e corre...
como bala em tiroteio
como vozes do pensamento
como o vento éter na pele seca
O tempo corre como luz no vácuo
como flecha atrás da caça
como quantas em intensidade
como farsa
O tempo corre como faca no pão que corta
como ratos em suas tocas
como mão desavisadas
como acidente
O tempo corre como lebre de bala quente
como vozes em tiroteio
como flecha do pensamento
como ratos em acidente
O tempo corre como faca em mão desavisadas
como luz dos quantas
como a intensidade do éter
como a morte do vácuo
Na farsa, no pão, na toca da caça, no corte da pele seca o tempo corre, e corre, e corre...
sábado, 11 de abril de 2009
Lápis

Ontem, encontrei-me escrevendo a lápis tal como quando era criança. Mas devo confessar que o objetivo não era o mesmo. Antes, o lápis me forçava saber dos meus erros e eu pedia que chegasse o momento de escrever a caneta como papai e mamãe. Depois, a caneta não acompanhava meu pensamento, borrando-os de azul, preto, verde, amarelo e causando um mal-estar esferográfico terrível à folha de papel, principalmente quando era obrigada a sentir o cheiro do corretor líquido que não lhe apaga os erros, apenas soterra-os. Palavras escritas, palavras apagadas... Para onde vão? Ficam retidas na retina da borracha? São despejadas na cesta de lixo ao lado, junto aos farelos do Polietileno que não podem mais ser retina, nem Polietileno? Tornam-se éter com ação do vento levando-as para junto daquelas desaparecidas no tempo por deleções, adições, borrões? Voam para o mundo das idéias de Platão? Da madeira e do carbono já se foram. Da razão ainda me restam dúvidas. Mesmo repetidas não têm a mesma essência. Possuem com elas a sorte de não ter ficado para trás junto às raspas de madeira, aos farelos de grafite - arranhados pela lâmina cada vez mais mortal dos apontadores, das folhas amarrotadas, do chiclete mastigado, estimulante das mentes movidas a açúcar. Perdi-me escrevendo com um lápis tal como quando era criança e irei culpá-lo eternamente pelo que apareceu no papel de pão, no papel higiênico, na carteira escolar, no banco do ônibus. Mas devo confessar que o objetivo não era o mesmo. Talvez fosse do lápis, do papel, do éter, da retina, do grafite, da madeira, do carbono, do chiclete, de Platão, do polietileno...
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Abusando da tecnologia...
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Coração Tranquilo
"Tudo é uma questão de manter
A mente quieta
A espinha ereta
E o coração tranquilo"
Walter Franco
A mente quieta
A espinha ereta
E o coração tranquilo"
Walter Franco
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